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Pontos expressos em Gerenciamento de Projetos

In Gerenciamento de Projetos on 12/01/2010 by Renzo Colnago Tagged: , , , , ,

O mercado, cada vez mais dinâmico e concorrido, com empresas cada vez mais capacitadas e inovadoras,cria um cenário de negócios no qual as soluções precisam ser cada vez mais diferenciadas, rápidas e eficientes.

Variáveis mutantes, recursos das mais diversas espécies e mercado em contante transformação criam um cenário complexo que exige profissionalismo e agilidade do “colaborador” que deve saber reunir/organizar recursos que, de forma conjunta, entregam resultados à organização e partes interessadas.

Neste cenário, profissional e expresso, surge um novo perfil de gestão e de profissional: O Gerente responsável pelo Gerenciamento de Projetos. Profissional multidisciplinar, é o responsável por atingir o objetivo do projeto, coordenando a entrega de resultados claros e objetivos à organização dentro de restrições de tempo, custo, qualidade e outras limitações passíveis ao contexto.

Uma rápida passada no conceito de projeto: Um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único. (retirado do PMBOK®)

Gerenciamento de Projetos (GP) no Mundo

O Project Management Institute (PMI®) é referência global em Gerenciamento de Projetos. Instituição sem fins lucrativos é responsável pela edição do  Project Management Body of Knowledge (PMBOK®), conjunto de boas práticas em GP, amplamente utilizado em projetos nos 4 cantos do planeta e que, atualmente está em sua quarta edição.

Diversos são os pontos abordados pelo PMBOK®: Processos de gerenciamento de projetos de um projeto, integração, escopo, tempo, custo, qualidade, recursos humanos, comunicações, riscos, aquisições e ética profissional.

A “ótica PMI” é hoje, sem dúvidas, a principal referência para gestores de Portfólios, Programas e Projetos, em organizações dos mais diversos mercados e mias diversos portes.

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A Internet no Brasil em 2009

In Internet,Telecom on 26/12/2009 by Renzo Colnago Tagged: , , , , , , , , , , , , ,

O ano de 2009 foi marcado por acontecimentos bastante relevantes no setor de TI/WEB no Brasil. Diversas movimentacoes, de diversos players como Governo, lojas online e provedores de infraestrutura, fizeram com que especialistas, clientes, usuários, gerentes de TI, profissionais de WEB e demais atores do mercado de Tecnologia, reflitam no ha por vir em 2010.

Posicionamento na WEB

A entrada recente no Comércio On Line brasileiro dos gigantes Wall Mart e Casas Bahia (empresas que presupõe-se inovação e “pensamento à frente do mercado), nos fez refletir sobre maturidade do setor e-commerce e oportunidades ainda não exploradas. No setor que o Wall Mart e Casas Bahia chegaram esse ano, o Magazine Luiza, por exemplo, já nada isolada e em largas braçadas desde 1999! Há 10 anos atras, uma empresa “não tão conhecida assim” dava passsos estratégicos importantíssimos responsáveis por uma colocação estratégica invejável no mercado web.

Também em 2009, a Rede Record (Edir Maceodo), dentro de sua política arrojada de expansão, separou uma boa verba para a WEB: Criou o portal R7.com, com conteúdo multimídia (notícias, entretenimento, esportes, videos…). Pode-se taxar a iniciativa de tardia mas em tempo de brigar com a concorrente Rede Globo, dona do portal G1.com, o braço de notícias da globo.com.

Muitos movimento notáveis do setor privado em 2009 mas, para surpresa geral, há ainda, grandes empresas, lideres nos seus setores, com ínfima presença on-line…. Empresas gigantescas que mal interagem com os clientes nos seus sites, nunca ouviram falar de Redes Sociais ou WEB 2.0. Problemas para uns, oportunidades para outros: A internet está aí para servir como mais um canal de interação.

Setor Público

No setor público, muitos projetos e iniciativas merecem destaque. Alguns muito positivos, outros dignos de protesto, o fato é que falou-se muito em internet por parte do Governo: Inclusão digital, AI5 digital, TV digital, eleições 2010 na internet, blog do planalto, estruturação da Telebrás, blog da Petrobrás, TEIA-MG, são apenas alguns de várias investidas digitais de Players P’ublicos/Governo.

Os detalhes ainda não estão 100% alinhados, mas já foi anunciado o Plano Nacional da Banda Larga prevendo, para os próximos 5 anos, investimentos da ordem de 50 Bilhões incluindo a estruturação da antiga Telebrás. O assunto é polêmico e envolverá uma longa discussão envolvendo Legislação (Deputados/Senadores/Ministros), ANATEL, Operadoras e, caso se arraste por muito tempo, será um fiasco… O relógio do avanço tecnológico não para!

Mas de forma simplificada, o que esse plano quer dizer? Quer dizer que o Governo se preocupara para que, cada vez mais lares isolados tenham conectividade e cada vez mais brasileiros estejam inseridos no mundo da internet… Mais conectividade implica, indiretamente, de forma muito positiva no comércio eletrônico. A parcela dos usuários da WEB que fazem compras on-line anda é pequena mas o horizonte de crescimento é muito otimista.

Infra e Serviços

Operadoras de Telefonia, provedoras de Serviço de Comunicação Multimídia (Provedores SCM), também foram destaque. Por bem ou por mal, deixaram evidente a importância de estar conectados e o impacto da conectividade no cotidiano de famílias e empresas.

A Telefônica, ao ficar com seu serviço Banda Larga Speedy fora do ar por um período relativamente longo (variando entre 1 a 7 dias conforme localidade), trouxe stress aos usuários pessoa física e prejuízos a empresas, que sem internet, não podiam despachar atividades sem e-mails ou comunicação IP. A luz do alerta acendeu nas empresas que perceberam que a internet passava a ser um recurso crucial passível de planejamento quanto a plano de contingência e redundância… Cenário possivelmente imaginável em outras épocas.

Já a operadora GVT, recentemente vendida para a VIVENDI, foi foco da mídia em pauta mais nobre: Inovou/revolucionou o mercado de banda larga em determinadas cidades trazendo serviços mais eficientes, com até 10 vezes mais “potência” e quase que pela metade do preço da concorrência. Em certas localidades, enquanto uma determinada operadora de renome nacional vendia um serviço de 300 Kbps de Banda por R$99,00 a GVT chegava oferendo um servico de 10 Mb por R$59,00. Neste caso a inovação fez ascender a luz do alerta em muitos consumidores que passaram a se questionar e tentar entender um pouco mais dos adventos da vida digital moderna. Como pode? Entregar “N” vezes mais por metade do preço? Mágica…? A conta fecha?

Não podemos esquecer….

Fenômenos como o Twitter e Facebook também precisam ser destacados. O Twitter virou não apenas uma ferramenta dinâmica de comunicação mas também tema de diversos debates na mídia tradicional (rádio e TV) sobre sua utilização e seus impactos. Fenômenos como em algumas empresas, em que o cargo de assessor de comunicação (desculpem-me as assessorias) ficou em “cheque”, já que os diretores e gestores detentores da informação passaram a ser os principais responsáveis pelos updates aos jornalistas e imprensa, lançando bombas de 140 caracteres em primeira mão de seus iPhones, Blackberrys e dispositivos móveis em geral.

Por Renzo Colnago

Fontes:

  1. http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/governo-adia-decisao-sobre-banda-larga-14122009-34.shtml
  2. http://www.reuters.com/article/idUSTRE48O6N220080925
  3. http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1375399-9356,00-VENDAS+DE+NATAL+NA+INTERNET+DEVEM+CRESCER+DIZ+EBIT.html
  4. http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1046248-9356,00-COMERCIO+ELETRONICO+BRASILEIRO+CRESCEU+EM+MOSTRA+PESQUISA.html
  5. http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb_id=11&id=3020583

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"Minha internet é legal" ? Cuidado, "GatoNet" é crime.

In Internet,Telecom on 17/12/2009 by Renzo Colnago Tagged: , , , , , ,

Sobre a autorização para operação do serviço de Banda Larga no Brasil:

No Brasil, a operação das empresas prestadoras dos serviços de provimento de acesso a Banda Larga é fiscalizada pela ANATEL (DECRETO Nº 2.338, DE 7 DE OUTUBRO DE 1997) baseando-se nos termos da Lei Geral de Telecomunicações (Lei Federal 9.472, DE 16 DE JULHO DE 1997).

Para comercializar o serviço de Banda Larga, a empresa de telecomunicação precisa de uma licensa SCM (Serviço de Comunicação Multimídia) expedida pela ANATEL. Sem esta licença, é proibida a operação e quem a faz comete crime: “A Lei Geral de Telecomunicações, em seu Artigo 183, tipifica como crime o desenvolvimento clandestino de atividades de telecomunicação. A pena prevista é a detenção de dois a quatro anos, aumentada da metade se houver dano a terceiro, e multa de R$ 10.000,00 (dez mil reais). Incorre na mesma pena quem, direta ou indiretamente, concorrer para o crime.”

E como saber quais são os provedores da minha região?

No site da ANATEL, no link: http://sistemas.anatel.gov.br/easp/Novo/Consulta/Tela.asp?OP=A&SISQSmodulo=9532

Selecione: Serviço de Comunicação Multimídia – 045 e o Estado que deseja consultar. Feito isso, aparecerão todas as empresas autorizadas.

Consulte:

www.anatel.gov.br

www.planalto.gov.br

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INTERNET: A bola da vez. (Que já foi bola da vez e que será a bola da vez).

In Internet,Telecom on 17/12/2009 by Renzo Colnago Tagged: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Um recurso tecnológico de comunicação que invadiu o dia a dia da humanidade e que nem sempre tem seu funcionamento compreendido, a tal INTERNET. Tentei, neste post, juntar alguns conceitos “do meio” visando tornar esse “advento do mundo tecnológico” visível ou contextualizado.

Inclusão Digital, novas operadoras, Orkut, Facebook, Twitter, Blogs, enfim, tópicos infinitos em torno da INTERNET. Mas, o que é Internet? De forma bem simples (quem sou eu para definir a internet!), a internet é uma grande rede, presente em todos os cantos do mundo, onde, literalmente, computadores se ligam uns aos outros via Protocolo de Internet (O famoso IP) permitindo a troca de arquivos e dados por meio de softwares e protocolos de comunicação.

OK… Então quer dizer que todos os computadores do mundo, quando conectados na internet, estão ligados uns aos outros? Podemos dizer que sim mas de forma “protegida” ou indireta. Uma vez conectado a internet, você está dentro de uma grande rede global construída e composta por diversos elementos que se interconectam entre si (chamemos de “meios físicos”): Cabos de Rede (aquele azulzinho), Fibras Óticas (tipo aquela que você encontra em lojas de home theater), Links de Rádio (aquelas antenas “tambor” das torres de celular), Fios de Telefone (aquele cinza que se encontra nos armários dos corredores dos prédios), cabos coaxiais (aquele branco da antena de TV), além de modems, switches, roteadores, servidores, softwares e outros ativos de infra estrutura.

Essa rede global atravessa continentes e oceanos interconectando as diversas centrais e infra estruturas de redes (Data Centers, Centrais Telefônicas, Usuários, Torres, Etc…) viabilizando e formando a grande rede.

Usuário no Brasil digita em seu navegador (Internet Explorer por ex.) www.bbc.co.uk. (Exemplo de Interconexão entre a Europa e a America do Sul). Resumidamente, a ação em questão é sair do Brasil, percorrer um caminho até o computador servidor da BBC em Londres, pedir a informação ao servidor da BBC que por sua vez, retorna com os dados solicitados na tela do solicitante aqui no Brasil, em alguns milisegundos.

Nesse trânsito Brasil > Londres > Brasil, alguns pontos importantes que podem ilustrar algumas questões: Primeiro, tanto o usuário como a BBC estão conectados a internet. No Brasil, o usuário precisa de um provedor de acesso (operadora devidamente regulamentada pela ANATEL) que acaba sendo um dos poucos atores conhecidos da história que, para muitos, é o responsável por toda a internet (Qualquer sinal de falta de conexão, o primeiro a ser lembrado é o provedor de acesso, certo?). O provedor de acesso é responsável por interconectar a máquina do cliente, via telefone, rádio, satélite ou qualquer outro meio físico, à sua infra estrutura local, geralmente um Data Center, que, por sua vez, redireciona para uma outra hierarquia de estruturas que, por meio de outros redirecionamentos levam o cliente ao objetivo: o site digitado > a navegação. De forma simplificada, o provedor é quem leva o computador do cliente para a “boca da internet”.

“Acredito muito no: Desenha aí que eu não entendi!” Com um Traceroute, ferramenta que registra o trânsito dos dados, a historia todo fica visível. A conexão Brasil > Londres, simples ato de navegar na BBC.co.uk está printada abaixo:

Traceroute

Navegar na internet é estar constantemente transitando com arquivos em uma grande rede. Estes arquivos podem ser sites, mensagens de texto do MSN, conversas criptografadas, enfim, pacotes de dados transitando de um IP para outro IP. Sempre saindo de uma origem e indo para um destino, em meios seguros ou não.

Explicação p/ bebum:

To aqui no meu computador, chamei o twitter.com. Meu computador foi lá na california, pediu pro cara la do twitter “liberar” a pagina inicial deles… Eles liberaram na boa! Quando meu computador voltou com a página, eu dei uma tuitada de 140 caracteres. Dai meu computador voltou la pra Califórnia com os meus 140 caracteres e um pedido de inclusão desses 140 caracteres la na minha conta de usuário que ta dentro do servidor deles… O servidor deles tava meio ocupado, cheio de pedidos de inclusão, meu computador tentou umas 2 vezes mas conseguiu. Aí meu computador voltou dizendo que tava beleza! Tweet enviado. O meu primo, que me segue no Twitter, viu a “tuitada” lá no computador dele e me ligou no celular para falar da tuitada. Para ligar, ele pegou o celular dele, que já estava logado na rede de telefonia GPRS da operadora dele, discou meu número, que… Ops… Esse é assunto pra oooooutro post! rsrsrss